Para ti envio este pôr-de-sol para que saibas que estou contigo mesmo nos silêncios, nos dias de sol radioso e nos de chuva intensa. Estou contigo, compreendo o que te vai na alma e desejo dar-lhe um pouco de tranquilidade. Sei que não és uma alma inquieta como eu, levas a vida fechando-te no silêncio de ser e sentir, sinto que te faltou amor e essa falta é uma ferida no tempo presente. Tens medo de te dar, de entregar-te de corpo e alma às emoções da vida, ao seu sofrimento e à forma de dar a "volta por cima". Admira este pôr-do-sol, deixa a tua alma vaguear no verde Pico e no azul celeste beijado pelo azul mar. Estarei aqui para te estender a mão, não te feches na concha da indiferença, dá-me também a tua mão. O passado já não existe, a mágoa que nos marcou perdeu-se no vento, o que importa é o hoje. E hoje eu estou aqui para te dar o meu carinho e enviar-te o meu beijo de ternura. Só vale a pena viver quando aprendermos a caminhar com as mágoas do passado e com as alegrias do presente. Sê feliz. Eu estarei sempre aqui...
2007-02-27
Sem razão de ser...
Para ti envio este pôr-de-sol para que saibas que estou contigo mesmo nos silêncios, nos dias de sol radioso e nos de chuva intensa. Estou contigo, compreendo o que te vai na alma e desejo dar-lhe um pouco de tranquilidade. Sei que não és uma alma inquieta como eu, levas a vida fechando-te no silêncio de ser e sentir, sinto que te faltou amor e essa falta é uma ferida no tempo presente. Tens medo de te dar, de entregar-te de corpo e alma às emoções da vida, ao seu sofrimento e à forma de dar a "volta por cima". Admira este pôr-do-sol, deixa a tua alma vaguear no verde Pico e no azul celeste beijado pelo azul mar. Estarei aqui para te estender a mão, não te feches na concha da indiferença, dá-me também a tua mão. O passado já não existe, a mágoa que nos marcou perdeu-se no vento, o que importa é o hoje. E hoje eu estou aqui para te dar o meu carinho e enviar-te o meu beijo de ternura. Só vale a pena viver quando aprendermos a caminhar com as mágoas do passado e com as alegrias do presente. Sê feliz. Eu estarei sempre aqui...
2007-02-25
"Paparazzi" atento...
A foto dispensa mais palavras.
Obrigado José Gabriel Azevedo (autor da foto) pelo momento que conseguiste captar.
2007-02-24
Não encerrei a página...
Ao saber que o meu blog tinha extravasado a esfera dos amigos pessoais e estava a ser alvo de maldicência e sarcasmo de alguns, optei por excluí-lo. Depois de ouvir as ideias, sempre ponderadas, do meu companheiro optei por deixá-lo circular. Quem gosta lê, quem não gosta tem um excelente remédio não volta a este espaço.
Sempre pautei a minha vida por aquilo que eu penso e não por aquilo que os outros pensam de mim,
Ao criar o "Devaneios" (que está devidamente identificado, basta um rápido olhar pelas fotos que contém) decidi que seria um espaço de pensamentos e emoções. E é isso que é, não permito comentários maldosos sobre ninguém, nem sequer procuro debater problemas sociais e políticos. Nas poucas intervenções que fiz noutros blogs desse teor, assumi-me sempre enquanto cidadã sem ocultar o meu nome e aceitando opiniões divergentes. Vivemos numa sociedade democrática, logo, a minha liberdade termina onde começa a de outras pessoas assim como a dos outros deve terminar quando começa a minha.
2007-02-19
Sabes a mar...
Perco-me no acaso da bruma que se agita e ouço o sussuro da tua voz chamando por mim e eu lentamente vou até ti...
Nada mais existe para além do verde e do azul que se completam em plena harmonia, tal como nós...
Voas livre em acordes de vento norte e ao passares por mim, o teu beijo talvez enviado, toca-me suavemente o rosto numa carícia que nenhum tempo apaga...
Enquanto o mar se deleita em trovas de espuma branca e as gaivotas esvoaçam, o meu pensamento vai para ti e encontro-te sempre presente, mesmo ausente estás aqui... E assim deixo-me voar em busca dos sentidos, porque esses ninguém me pode roubar...
2007-02-17
Elo mais forte 3
Será o nosso futuro, caso a vida nos ofereça a oportunidade de o ver crescer e formar o seu próprio caminho.
Não tenho dúvidas que se afirmará e que terá decisões muito próprias indo se calhar contra a vontade dos pais. Nós, só lançamos as sementes, criamos os valores, eles escolhem os caminhos que trilham...
Ao olhá-lo lembro-me da frase de Massilon " A inocência está sempre rodeada do seu próprio brilho".
Ao Júlio Afonso desejo que cresça saudável, feliz e consciente das opções que tomar.
Um abraço forte e que a tua vida seja um eterno arco-íris...
(Foto: minha - Restaurante Lavrador - 19 de Janeiro de 2007)
2007-02-16
Carnaval...
Diz o velho ditado "Que a vida são dois dias e o Carnaval três". Mais uma vez as ruas das Lajes encheram-se de côr, fantasia, música e alegria.
Talvez seja tempo das pessoas tirarem as máscaras e mostrarem-se, debaixo das fantasias, como são na realidade.
Vamos viver estes dias de alegria, embora a alegria deva ser uma constante no nosso dia-a-dia. Não custa nada dar um sorriso a quem passa. Quem sabe se o nosso sorriso não vai alegrar a vida de alguém.
Que bom seria que a côr e a fantasia fossem o norte de todos os nossos dias. Que bom seria viver intensamente um dia de cada vez. Amar e darmo-nos como se não houvesse mais espaço ou tempo. Que bom seria ver as Lajes sempre em constante animação, sem o cinzentismo com que alguns a pintam. As Lajes são o verde da montanha, o azul do mar e as mil cores que vêm da nossas almas. Façamos do Carnaval 365 ou 366 dias.
Que bom seria que a côr e a fantasia fossem o norte de todos os nossos dias. Que bom seria viver intensamente um dia de cada vez. Amar e darmo-nos como se não houvesse mais espaço ou tempo. Que bom seria ver as Lajes sempre em constante animação, sem o cinzentismo com que alguns a pintam. As Lajes são o verde da montanha, o azul do mar e as mil cores que vêm da nossas almas. Façamos do Carnaval 365 ou 366 dias.
Divirtam-se mas sem excessos.
Bom Carnaval.
2007-02-13
Memórias...
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Nunca consegui viver a minha vida por metades, tudo o que vivi fi-lo tão intensamente que por vezes a minha alma ficou inevitavelmente magoada, noutras desfrutei totalmente a alegria.
Amo, entrego-me, choro, sou feliz ou infeliz intensamente, nada no meu percurso fica pelo meio-termo. Esqueço-me talvez que entre o branco e o preto existe o cinzento... paciência! Só sei viver assim... É neste compasso de entrega no qual vou vivendo o meu dia-a-dia que me pergunto se valerá a pena? Valerá a pena amar de forma total? Valerá a pena entregar-me sem reservas? Às vezes penso que não, outras deleito-me com a imagem de uma vida vivida tão intensamente que nada foi deixado em vão... E assim deixo o olhar perdido no Pico e as perguntas sem resposta bailham na espuma branca que o beija de mansinho.
2007-02-05
Não há tempo...
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