
O castanho dourado varreu o verde intenso da paisagem. O verde desmaiou de mansinho no preto imaculado da calçada, o mar mesclou-se de cinzento em odes de boas vindas ao outono. Eu, guardei os amarelos, côr de luz, no armário do verão e desabrochei nos azuis/cinzentos desta estação, como quem deixa para trás as quimeras de um sonho adormecido.
O outono renasce nas cinzas perpetuadas da memória do verão. Quem sou eu? senão folha verde d'outrora que se tornou em castanho dourado nos caminhos da vida!
1 comentário:
Muito tempo já passou, mas voltei à blogosfera nesta necessidade de escrever e partilhar.
Um Verão muito feliz te desejo, Teresa e aqui fica o selinho que contigo partilho:
http://palavras-bete.blogspot.pt/
Beijos
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